Sou, como sou, poeta, Vivo numa linha reta, Num parealelo de mim. Vou, como sou, sozinho, Um rio que não se encontra, Que faz a curva no estio E se deságua na sombra. E eu sou igual a outros, Atordoados, despertos, que vêem o céu refletido E acham que a lua é perto. Sou como uma saudade, Capricho da minha idade, Eu gosto do pranto, de ver chorar. Sou como um saudade, Carícias na minha idade, Eu gosto de pranto, De ver chorar. REGISTRO Quem passar por minhas mãos levará a minha marca, de susto, de espanto, e tantas anistias arrogadas. Quem se iludir e ouvir o meu safado coração, estará correndo o risco de se ver na solidão. Alguém cantará meu canto, e um dia serei o pranto banido de cada olhar. Quem passar por minhas mãos levará um coração e, é certo, muita pancada. |
quarta-feira, junho 14, 2006
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TERESINA

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