segunda-feira, fevereiro 09, 2009

MÁRIO QUINTANA

Escrevo olhando para o céu,
O papel é da mesma cor azul,
Verde, a caneta, da esperança escrita.
E também desenho um pássaro ao léu.

Estou curioso por ver a paisagem enfeite
Misturo tons que me arregalam a visão,
Buscando sempre as mesmas descobertas,
O céu, é inútil querer dar-lhe outros efeitos.

Brinco com a luz incidente na folhagem,
Que pinto e bordo, da cor e do cortado,
E que propunha, a poesia, enfeita-se
Desses desmandos de nova linhagem.

Ando volátil como o ar rompido,
Que acolho e beijo em minhas mãos aos poucos
E me permito voar com ele aos pedacinhos
Aí nessa folha como tenho sido.

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naeno*com reservas de domínio

3 comentários:

Anônimo disse...

Nunca deixe escapar de suas mãos, pelos vãos dos dedos,
as oportunidades de ser um instrumento de paz e ternura!
Um instrumento do AMOR!
cONFIANTE na força do acolhimento, esteja sempre pronto
para acolher e servir a quem quer que seja,
sob o signo do perdão e da misericórdia.
Não julgue a ninguém.
Não lhe compete julgar.
Não condene. Não lhe cabe condenar.
Evite palavras e atitudes que certamente irão
prejudicar e ferir pessoas.
Mergulhe fundo nas ondas da ternura e da hospitalidade.
Você só tem a ganhar!
Toda vez que você ferir alguém, você também se machuca.
Por outro lado, quando ajuda alguém a pregue-se,
a reencontra-se na vida, a sentir-se gente de novo,
você cresce junto, pois DEUS lhe estende
a mão, num gesto de agradecimento

Smack!

Edimar Suely
jesusminharocha.blig.ig.com.br

Laelia disse...

quanta beleza.

janaina de almeida disse...

Gosto de Mário Quintana, o pouco que já li.Bom retorno,um abraço.

TERESINA

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