terça-feira, maio 01, 2007

FAROLEIRO

Eu faço versos como quem
Num farol, um plantonista,
Vê o céu muito além
E perto de mim uma vista.

Se vestem meus versos de espumas,
Uma nudez quase mostrada,
E os barcos que olho enfumam
Suas velas na alvorada.

Quanto mais claro vejo o amor,
Quanto mais densa a letra escoa.
Amor tem de ser motivo, uma dor.

Quanto mais turvo olha-me o vazio,
Mas me transformo em amor,
Meus poemas são desvarios.

4 comentários:

Anônimo disse...

Oi amigo lindo e querido.

Passei para ver as novidades, matar as saudades e deixar meu carinho.
Você hoje está bastante inspirado, hein? Seu poema está lindo. Parabéns.
No m,eu blog tem homenageado novo. Vem ver quem é e deixe seu comentário.
Desejo um lindo feriado e muita paz.
Smack!

Edimar Suely
edi_suely.blig.ig.com.br

keila, a Loba disse...

Esta é uma mensagem única enviada a todos os amigos:
Obrigada pelo seu ombro amigo, quando no momento estou desacreditando na beleza da alma humana; e tenho motivos para tal, pois nos últimos dias têm sido difícil respirar, imagina acreditar.

Obrigada pela sua visita carinhosa, e estarei passando em sua casa tão logo melhorar.

BeijUivooooooooooosssssssssss

Scoya disse...

O amor nem sempre nos deixa ver nitidamente como um farol, mas ilumina-nos o caminho da forma melhor possível...
Beijinho

Kah disse...

O amor é sempre quem iluminada a vida, sem ele nossos apenas farol apagado, sem utilidade.Lindo poema, você é dez em tudo que faz.Beijos!!!Boa semana!!!

TERESINA

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