
Inquestionavelmente tu
Rosa sobre as outras rosas,
Que sol e vento beijam primeiro
Que à minha boca encanta logo
E os meus olhos, ainda longe
Te avistam e ficam loucos de alegria
Desta beleza soberba.
Quando te abocanho
Não vejo espinhos
Mas eles já estão mordendo a minha carne.
Trabalho de nada, coisa feita à toa,
De saborear teus lábios
Jamais desistiria,
Que assim a vida fica boa.
Fio mais, como diria qualquer poeta,
Cativo teu,
De toca-la enlevam minhas mãos ardentes
E te colho, lançando dentro de mim
Uma profusão de amor.