quarta-feira, setembro 20, 2006














VIDINHA

O ocaso vence o dia,
o sol, aliado, esguia-se
como um trabalhador,
depois de tomar banho,
vai, escurecendo a cor.
Quando a luz se põe,
em retirada,
somem-se, em nanadas,
o gado, o povo,
pros acostamentos.
Ninguém mais faz,
nem mais café se faz,
se calam as casas,
ficam como tumbas,
o que se ouve é só,
e é muito,
o marulho do mar,
que de dia não se escuta.
Pescadores moram,
agora em alto mar,
lamparinas piscam,
e cada barcoi é,
uma casa ao longe.
Retratos da minha vida,
vinda toda, a de criança,
depois, repeditas vezes,
vivi de ruminar,
esses bons momentos.
Momentos da eternidade,
que foi minha pequena idade.

naeno:2002

2 comentários:

Márcia(clarinha) disse...

Oi querido,
lindo seu blog, suas poesias..parabéns!!
Você faz de tudo um pouco, gostei de saber disso,:)
Obrigada por suas gostosa visita, voltarei...
lindo dia
beijosssssssss

Camilla disse...

Ola Poeta,

Tudo é lindo, principalmente o que está do lado de dentro!

TERESINA

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