sábado, agosto 12, 2006



Se a vida fosse sempre
como uma tarde clara,
um suave vento, para abençoados

meus dedos metidos
por entre os teus dedos,
nós pisando a areia de uma vereda, fria,
seria como a vida
que não se tem queixume,
não dizia mais dela
tempo ido à toa
seria ela a boa parte de existir
e eu não insistiria em ser com ela tão rude
e a amava como amo teu ciúme.
Fosse a vida, enfim, um final de tarde
o ocaso lindo, nós dois contemplando,
eu diria à vida, agora estou te amando,
não como à minha amada, eu amo,
e lhe dava um beijo, em vez dos prometidos.


2 comentários:

Schüco Dourado disse...

Essa foto já vi em algum site q não lembro agora.
Vou colocar nos meus links o teu blog, pra ler com mais calma tuas poesias, abração.
Fazia um tempão q tu não aparecia no Moroaqui.

Anônimo disse...

Vendo o comentário de scüco dourado, eu vi pouco sobre a poesia e mais sobre a foto que é muito bonita.
A poesia vale ser refletida, é rica em detalhes, o tema é bonito e bem elaborada.

TERESINA

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