sexta-feira, outubro 27, 2006












PAIXÃO

O amor bateu à minha porta
e de voz rasteira, falou de fora,
abre, sou eu, deixa-me agora,
entrar, fazer o que me imploras.

Só tu poderá limpar meu nome,
sou difamado, por aguns dos homens,
que me julgam dono de mim,
dos meu desejos, e eu não sei como.

Mudar, tirar de mim esta lama,
um lodo escuro que me banhou a paixão,
ela sim podia ter de vocês esta fama,
é ela quem os ilude, não eu, que confusão.

Quem bole, com tuas artérias,
que tira a calma do teu coração,
não sou eum eu não sou matéria,
a bactéria que te adoece é a paixão
naeno:271006

Um comentário:

Marta Matos disse...

Oi amigo, tenha um final de semana muito bom. abraço
Espero que a divulgação no meu blog tenha te trazido alguns vistantes.

TERESINA

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