segunda-feira, dezembro 04, 2006

RAZÃO

Há coisas cujo papel é o de apenas justificarem outras. Ha muita teoria em torno daquilo que é palpável, um papel necessário dos que buscam entender aquilo cuja existência é visível , o que de fato existe dentro da matéria absoluta. Existe muita semelhança, ou uma necessidade de que se completem as coisas desordenadas, e tudo se iguala na verdade a que se chega, de que tudo é um tudo,. absoluto e resoluto. A vida, depende não dela só, mas de tantas minúncias, uma cadeia preenchida, completa, e às vezes vazias, das vidas desligadas. O que se pensa, tangenciado o corpo sólido, se diz, ainda sem a verdadeira certeza de qeu aquilo é, ou que é aquilo, de forma tão dura e impenetrável, que não cabe o fio do penamento, entrar, caber. O que se diz das coisas, fala-se sem a exatidão do átomo, e tampouco chega-se a conjunção dos ânios e íons, muito mais lomgíquos e inexplicáveis. E dizem serem eles parte de uma célula, que compõem o homem inteiro, todas as coisas, todos os sentidos e retalhos. Onde cabe a comprovação de Deus, do seu amor, se nem um olhar até hoje foi direcionado a Ele, e acreditamos na sua santa existência sem necessáriamente termos noção de sua aparência e forma. Vimos Cristo, Deus sem dúvidas, mas coberto de das fisionomias humas. Deus é uma dedução, tida pelas atitudes divinas, a que o homem, ainda hoje reluta em atribuir a si próprio. E se Deus não fosse real, certamento o homem chamaria prá si essa divindade.
naenorocha

Um comentário:

Ursula disse...

"Há coisas cujo papel é o de apenas justificarem outras."...Isso me fez pensar...
Gostei. Beijos

TERESINA

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