terça-feira, outubro 10, 2006


















FISIONOMIA

Distante de mim, o meu amor, se me parece
a imposição de uma pena, total isolamento
e quanta dor, me traz, lágrimas e lamentos,
e a morte se afigura, uma chance que cresce.

Diluídos ficam sonhos, embasados o olhos,
e a dificuldade em concretiza-lo, aumenta
como se fosse outra pessoa que vira fora,
das retinas, do lume, e não afixou na mente.

E vivemos assim, ora ao lado, ora separados,
eu às vezes longe, e ela tão distante, saindo,
eu chegando saudoso, ela com saudade vindo.

Mas fica tão diferente meu amor, em desterro,
que o que mais queria era nunca me ausentar,

e o que ela ficasse aqui, comigo sempre, parar.
naeno:101006

Um comentário:

Roseane disse...

Naeno onde você arruma tanta criatividade, romantismo, palavras bonitas? O meu blog mescla tudo, uma hora é um assunto, depois é outra coisa totalmente diferente, especialmente agora, ando super ocupada e sem nenhuma criatividade. Boa semana para você!

TERESINA

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